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Como começar a se organizar para fazer uma cirurgia plástica?

Quase todos, mais cedo ou mais tarde, podem se sentir um pouco inseguros sobre uma determinada área de seu corpo. Seja uma característica genética, o resultado de um trauma ou as mudanças inevitáveis que acompanham o processo de envelhecimento, algumas pessoas podem lutar durante anos com a baixa autoestima ligada a questões estéticas, por isso, é interessante saber qual é o valor da abdominoplastia.

Infelizmente, nenhuma quantidade de dieta ou exercício irá melhorar a forma de seu nariz, seu tamanho mamário ou eliminar alguns pedaços de gordurinha. Embora “passar por baixo da faca” com cirurgia plástica possa parecer a maneira mais rápida e fácil de melhorar a aparência, um procedimento cirúrgico não é correto para todos.

Se você é uma das milhares de pessoas que pensam em cirurgia plástica, pese cuidadosamente todas as suas opções antes de se comprometer com um procedimento invasivo. Comece fazendo a si mesmo a pergunta a seguir:
Por que você quer uma cirurgia?

Como começar a se organizar para fazer uma cirurgia plástica?

Embora “por que você quer a cirurgia” possa parecer óbvio no início, realmente reserve um momento para contemplar a raiz de sua insegurança. Você sempre quis seios maiores e mais proporcionais ou seu namorado atual está te forçando para ter uma figura mais volumosa?

Você tem trabalhado na eliminação de seu abdômen na academia há anos, com pouco sucesso? Ou você passou recentemente por um grande evento da vida – como um divórcio, uma separação ou uma perda de emprego – e de repente acha que uma barriga mais lisa faria você se sentir melhor consigo mesma?

A cirurgia plástica pode oferecer um novo alento à vida e melhorar drasticamente sua confiança. Entretanto, pular sobre a mesa de cirurgia para agradar outra pessoa, ou durante um período instável de sua vida, não é um ato de amor próprio.

Isto pode ser perigoso e deixá-lo ainda mais desapontado com sua aparência. Espere até ter certeza de que o procedimento estético é para você e somente para você.

Você já fez sua pesquisa?

Felizmente, hoje existe uma infinidade de informações excepcionais sobre todo e qualquer procedimento de cirurgia plástica disponível na Internet. Detalhes sobre o candidato ideal, antes e depois de fotografias, custos, compromissos de recuperação e potenciais complicações podem ser analisados a partir do conforto de sua sala de estar.

Informe-se sobre o procedimento desejado, e veja os resultados em pessoas com um tipo de corpo semelhante ao seu.

Quando você achar que está pronto para avançar com um procedimento de cirurgia plástica, dedique seu tempo para encontrar o melhor cirurgião plástico certificado pela diretoria de sua área.

Sites como a Doctoralia e demais relaionados permitem que você examine as qualificações de cada cirurgião e leia depoimentos escritos por pacientes reais. Finalmente, não há substituto como uma consulta cara a cara.

Neste momento, o cirurgião pode rever seu histórico médico, realizar um exame físico e determinar se o procedimento desejado é adequado às suas necessidades.

Você pode pagar o procedimento?

Um procedimento cirúrgico pode ser caro e, infelizmente, a maioria das cirurgias plásticas é considerada como estética, portanto, não está coberta pelo seguro saúde.

Muitos cirurgiões plásticos conceituados e certificados pela diretoria oferecem uma variedade de opções de pagamento, incluindo dinheiro, todos os principais cartões de crédito e financiamento de assistência médica.

Durante sua consulta, seu coordenador de pacientes explicará todas as opções disponíveis, ajudando a encontrar uma que melhor se ajuste ao seu orçamento.

Vacinas para Covid, qual a melhor?

Com o início da vacinação contra covid-19 no Brasil em janeiro, muitas dúvidas sobre tecnologia, eficácia, contra-indicações e distribuição da vacinas para Covid começaram a surgir.

Atualmente, os produtos de imunização CoronaVac e Pfizer e AstraZeneca / Oxford são aprovados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Ao mesmo tempo, outras empresas farmacêuticas ainda estão em negociação com o governo brasileiro, portanto acompanhe algumas informações sobre as vacinas para Covid.

Coronavac

As vacinas originárias da China são feitas com vírus inativados: são cultivadas e propagadas em cultura de células e, em seguida, inativadas por aquecimento ou produtos químicos.

Ou seja, o organismo que recebe a vacina contra o vírus – já inativado – começa a produzir os anticorpos necessários para combater a doença.

Astrazeneca

A vacina produzida pela Oxford University (Reino Unido) usa uma tecnologia chamada de vetores virais não replicantes.

Portanto, ele usa um “vírus vivo”, como o adenovírus (causador do resfriado comum), que não tem capacidade de se replicar no corpo humano ou prejudica a saúde.

 

Pfizer

A vacina usa uma tecnologia chamada mRNA ou RNA mensageiro, diferente do CoronaVac ou AstraZenca / Oxford, que usa vírus cultivados em laboratório.

O imunizante é produzido pela cópia de sequências de RNA por meio de engenharia genética, o que torna o processo mais barato e rápido.

O RNA mensageiro imita a proteína spike específica do vírus Sars-CoV-2, que o ajuda a invadir células humanas.

No entanto, essa “replicação” não é tão prejudicial quanto um vírus, mas é o suficiente para desencadear uma resposta das células do sistema imunológico para formar uma defesa forte no corpo.

Os imunizantes da Pfizer precisam ser armazenados entre -90º C e -60º – este é um dos maiores desafios que os países enfrentam.

Moderna

Assim como a da Pfizer, a vacina da Moderna também utiliza a tecnologia de RNA mensageiro, que mimetiza a proteína spike —específica do vírus Sars-CoV-2— que o auxilia a invadir as células humanas. Porém, essa “cópia” não é nociva como o vírus, mas é suficiente para desencadear uma reação das células do sistema imunológico, que cria uma defesa robusta no organismo. A única diferença para a vacina da Pfizer é que esta necessita de armazenamento de -20ºC.

Sputnik

Em sequência temos a Sputnik V, desenvolvida pelo Instituto Gamaleya de Pesquisa da Rússia, é uma vacina de “vetor viral”, ou seja, ela utiliza outros vírus previamente manipulados para que não tragam prejuízos para a saúde e, como consequência, são capazes de induzir uma resposta para combater a covid-19.

Janssen

Para finalizar a vacina produzida pela farmacêutica Janssen, da companhia Johnson & Johnson, diferente das outras, precisa apenas de uma dose única.

A tecnologia é baseada em vetores de adenovírus, que é um tipo de vírus causador do resfriado comum, mas ao serem modificados para desenvolver a vacina, eles não se replicam e não provocam a doença.