Carros elétricos, vem para ficar?

Antes de ir para a cama, carregue o seu celular.

É uma tarefa comum nas famílias brasileiras, correto?

No país existem mais telefones do que habitantes: são aproximadamente 200 milhões de brasileiros para 243 milhões de linhas.

Daqui a alguns anos a lista de aparelhos a serem carregados à noite também será a de carros.

Os veículos elétricos já são uma realidade no Brasil, em pequena escala.

Dados da Fundação Getúlio Vargas indicam a existência de 2,5 mil veículos desse tipo no país, um número pequeno se comparado ao total da frota nacional de 92 milhões de veículos – segundo o Departamento Nacional de Trânsito.

Em primeiro lugar, a preocupação crescente da empresa com o meio ambiente e os efeitos das emissões de gases prejudiciais gerou uma revolução na indústria de automóveis.

Os carros a combustão tornaram-se desagradáveis ​​ e os países já estão se preparando para limitar seu tráfego.

Acredita-se que a partir de 2030, vários países europeus irão restringir o tipo de carro, até que seja totalmente proibido.

No entanto, diante desse cenário, os fabricantes de automóveis estão em uma verdadeira corrida para que o carro elétrico também não seja “extinto”.

Para esclarecer, eles já estão entre nós, com cada vez mais modelos disponíveis – apesar do custo ainda é da rede de carregamento ainda em sua infância.

O que esperar para os próximos anos?

Portanto, o que podemos esperar nos próximos anos? Será que teremos modelos mais baratos? Qual será a melhor solução para a autonomia dos veículos?

De acordo com o segundo especial da série “Transports du futur”, há um esclarecimento dessas questões e além disso, mostra quais carros você ainda terá e mais do que você pensa.

Caso o cronograma seja cumprido, dentro de 20 anos os carros elétricos serão mesmo a solução para a mobilidade individual na Europa e nos restante do mundo nos próximos anos.

No entanto, precisará ter resolvido seu maior gargalo, que é o tempo para recarga da bateria.

Esse processo está cada vez mais rápido, por outro lado, ainda é um entrave em situações como viagens mais demoradas.

Quando se faz a recarga por indução dos carros, o que ainda é um sonho um pouco distante, será um dos primeiros passos para que ela possa se tornar realidade.

A maior parte das montadoras ainda está focada no sistema de regeneração por tomada (plug-in).

No entanto, existem as que já oferecem o sistema de carregamento sem fio com o carro em modo de descanso (repouso).

Qual autonomia do carro elétrico?

A autonomia era o grande problema do carro 100% elétrico.

Para a geração anterior, o Nissan Leaf, carro considerado há um bom tempo como um dos modelos mais vendidos da categoria no mundo, ele mesmo mal chegava aos 200 km.

No entanto, agora, os novos modelos já se aproxima dos 300 km.

Outro carro, o recém-lançado no Brasil Audi e-tron, possui uma autonomia para transitar até 430 km por recarga.

Segundo os especialistas em eletrificação, tecnologias e carregadores que reduzem o tempo de recarga será uma evolução natural.

Portanto, o foco agora é trabalhar em baterias mais eficientes. “As pesquisas estão voltadas para melhorar o armazenamento da energia”, diz um dos engenheiros.