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Qual cidadania mais procurada?

Os portugueses estão entre os cidadãos mais procurados pelos brasileiros.

Muitos descendentes de portugueses têm esse direito.

No entanto, a falta de documentos pode se tornar um obstáculo para a obtenção de documentos.

Há alguns anos, mergulhei nesta ideia e obtive a cidadania portuguesa para mim e para o meu filho segundo os documentos dos meus antepassados.

Para esclarecer, que dependendo das circunstâncias, obter a cidadania é mais fácil do que você imagina.

Encontre todas as informações sobre quem tem o direito de obter a cidadania portuguesa e dicas de como obtê-la neste post especial.

Quem tem direito à cidadania portuguesa?

Muitos brasileiros têm o direito de obter a cidadania portuguesa.

Portanto, se você tiver familiares imediatos (pais ou avós) em Portugal e possuir documentos portugueses válidos, pode apresentar uma candidatura.

Agora veja quem tem direito à obtenção da cidadania portuguesa:

  • Em primeiro lugar, os filhos de cidadãos portugueses, os netos, esposo e esposa (cônjuges) e companheiros dos mesmos.
  • Em segundo lugar, os cidadãos nascidos em ex-colônias e também aqueles que por algum motivo tenham perdido a nacionalidade portuguesa.
  • Em terceiro lugar, os descendentes de judeus sefarditas portugueses também têm direito a requererem a nacionalidade portuguesa.

Como posso ter a cidadania portuguesa?

Se cumprir a lista acima e estiver pronto para se candidatar à cidadania portuguesa, ainda há um caminho a percorrer.

Para detalhes sobre cada tipo de solicitação, veja abaixo.

Para os filhos – como o caso mais facilmente reconhecido, a cidadania dos filhos imediatos está relacionada com a Lei Orgânica 2/2020, à semelhança de outros casos em que é reconhecida a nacionalidade portuguesa.

Neste caso, para reconhecer a dupla nacionalidade, basta apresentar o registo dos pais ou pais com nacionalidade portuguesa e registar-se como cidadão português, sem qualquer etiqueta pesada;

Para os netos – não há muita diferença entre a dupla nacionalidade portuguesa com filhos diretos.

O processo de cidadania dos netos é relativamente rápido, pois o direito à cidadania portuguesa “salta” uma geração.

Assim, mesmo que os pais não o desejem, ainda podem reconhecer a cidadania portuguesa através dos avós.

No processo, é necessário comprovar a ligação com a comunidade portuguesa e, se o conhecimento for suficiente, a nova lei irá promover esta ligação.

Para os bisnetos – o tipo de brasileiro mais comum e procurado, e o mais complicado, pois para solicitar a cidadania os pais ou avós da pessoa devem reconhecer a cidadania antes que isso torne o processo um pouco maior.

Para os cônjuges – nestes casos, é necessária a comprovação de vínculo com cidadão português há pelo menos seis anos.

Se esse relacionamento resultar em um filho comum, esse período cairá para três e poderá ser reconhecido assim que nascer o primeiro filho do casal.

Depois de produzida a transcrição de nascimento, ela deve ser apresentada com o documento.

E você saiba que essa era a cidadania mais procurada pelas pessoas?

Carros elétricos, vem para ficar?

Antes de ir para a cama, carregue o seu celular.

É uma tarefa comum nas famílias brasileiras, correto?

No país existem mais telefones do que habitantes: são aproximadamente 200 milhões de brasileiros para 243 milhões de linhas.

Daqui a alguns anos a lista de aparelhos a serem carregados à noite também será a de carros.

Os veículos elétricos já são uma realidade no Brasil, em pequena escala.

Dados da Fundação Getúlio Vargas indicam a existência de 2,5 mil veículos desse tipo no país, um número pequeno se comparado ao total da frota nacional de 92 milhões de veículos – segundo o Departamento Nacional de Trânsito.

Em primeiro lugar, a preocupação crescente da empresa com o meio ambiente e os efeitos das emissões de gases prejudiciais gerou uma revolução na indústria de automóveis.

Os carros a combustão tornaram-se desagradáveis ​​ e os países já estão se preparando para limitar seu tráfego.

Acredita-se que a partir de 2030, vários países europeus irão restringir o tipo de carro, até que seja totalmente proibido.

No entanto, diante desse cenário, os fabricantes de automóveis estão em uma verdadeira corrida para que o carro elétrico também não seja “extinto”.

Para esclarecer, eles já estão entre nós, com cada vez mais modelos disponíveis – apesar do custo ainda é da rede de carregamento ainda em sua infância.

O que esperar para os próximos anos?

Portanto, o que podemos esperar nos próximos anos? Será que teremos modelos mais baratos? Qual será a melhor solução para a autonomia dos veículos?

De acordo com o segundo especial da série “Transports du futur”, há um esclarecimento dessas questões e além disso, mostra quais carros você ainda terá e mais do que você pensa.

Caso o cronograma seja cumprido, dentro de 20 anos os carros elétricos serão mesmo a solução para a mobilidade individual na Europa e nos restante do mundo nos próximos anos.

No entanto, precisará ter resolvido seu maior gargalo, que é o tempo para recarga da bateria.

Esse processo está cada vez mais rápido, por outro lado, ainda é um entrave em situações como viagens mais demoradas.

Quando se faz a recarga por indução dos carros, o que ainda é um sonho um pouco distante, será um dos primeiros passos para que ela possa se tornar realidade.

A maior parte das montadoras ainda está focada no sistema de regeneração por tomada (plug-in).

No entanto, existem as que já oferecem o sistema de carregamento sem fio com o carro em modo de descanso (repouso).

Qual autonomia do carro elétrico?

A autonomia era o grande problema do carro 100% elétrico.

Para a geração anterior, o Nissan Leaf, carro considerado há um bom tempo como um dos modelos mais vendidos da categoria no mundo, ele mesmo mal chegava aos 200 km.

No entanto, agora, os novos modelos já se aproxima dos 300 km.

Outro carro, o recém-lançado no Brasil Audi e-tron, possui uma autonomia para transitar até 430 km por recarga.

Segundo os especialistas em eletrificação, tecnologias e carregadores que reduzem o tempo de recarga será uma evolução natural.

Portanto, o foco agora é trabalhar em baterias mais eficientes. “As pesquisas estão voltadas para melhorar o armazenamento da energia”, diz um dos engenheiros.

Vacinas para Covid, qual a melhor?

Com o início da vacinação contra covid-19 no Brasil em janeiro, muitas dúvidas sobre tecnologia, eficácia, contra-indicações e distribuição da vacinas para Covid começaram a surgir.

Atualmente, os produtos de imunização CoronaVac e Pfizer e AstraZeneca / Oxford são aprovados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Ao mesmo tempo, outras empresas farmacêuticas ainda estão em negociação com o governo brasileiro, portanto acompanhe algumas informações sobre as vacinas para Covid.

Coronavac

As vacinas originárias da China são feitas com vírus inativados: são cultivadas e propagadas em cultura de células e, em seguida, inativadas por aquecimento ou produtos químicos.

Ou seja, o organismo que recebe a vacina contra o vírus – já inativado – começa a produzir os anticorpos necessários para combater a doença.

Astrazeneca

A vacina produzida pela Oxford University (Reino Unido) usa uma tecnologia chamada de vetores virais não replicantes.

Portanto, ele usa um “vírus vivo”, como o adenovírus (causador do resfriado comum), que não tem capacidade de se replicar no corpo humano ou prejudica a saúde.

 

Pfizer

A vacina usa uma tecnologia chamada mRNA ou RNA mensageiro, diferente do CoronaVac ou AstraZenca / Oxford, que usa vírus cultivados em laboratório.

O imunizante é produzido pela cópia de sequências de RNA por meio de engenharia genética, o que torna o processo mais barato e rápido.

O RNA mensageiro imita a proteína spike específica do vírus Sars-CoV-2, que o ajuda a invadir células humanas.

No entanto, essa “replicação” não é tão prejudicial quanto um vírus, mas é o suficiente para desencadear uma resposta das células do sistema imunológico para formar uma defesa forte no corpo.

Os imunizantes da Pfizer precisam ser armazenados entre -90º C e -60º – este é um dos maiores desafios que os países enfrentam.

Moderna

Assim como a da Pfizer, a vacina da Moderna também utiliza a tecnologia de RNA mensageiro, que mimetiza a proteína spike —específica do vírus Sars-CoV-2— que o auxilia a invadir as células humanas. Porém, essa “cópia” não é nociva como o vírus, mas é suficiente para desencadear uma reação das células do sistema imunológico, que cria uma defesa robusta no organismo. A única diferença para a vacina da Pfizer é que esta necessita de armazenamento de -20ºC.

Sputnik

Em sequência temos a Sputnik V, desenvolvida pelo Instituto Gamaleya de Pesquisa da Rússia, é uma vacina de “vetor viral”, ou seja, ela utiliza outros vírus previamente manipulados para que não tragam prejuízos para a saúde e, como consequência, são capazes de induzir uma resposta para combater a covid-19.

Janssen

Para finalizar a vacina produzida pela farmacêutica Janssen, da companhia Johnson & Johnson, diferente das outras, precisa apenas de uma dose única.

A tecnologia é baseada em vetores de adenovírus, que é um tipo de vírus causador do resfriado comum, mas ao serem modificados para desenvolver a vacina, eles não se replicam e não provocam a doença.